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sábado, novembro 26, 2011

Festa Da África na Escola Bibliot. Maria Luisa M. da Cunha

Depois de mais um ano trabalhando a cultura afro-brasileira, a escola Maria Luisa realizou mais uma festa para comemorar a finalização dos trabalhos realizados no ano de 2011, trabalhos que vão desde o estudo do continente africano, passando pelos orixás e trabalhando as diferenças com os bonecos afros. Uma festa com muita alegria e orgulho da nossa herança africana!















quinta-feira, novembro 17, 2011

Bonecos Afros

Esse bonecos são feitos pela professora de Artes da minha escola - Professora Márcia Oliveira.
Vejam o blog dela: http://bonecasbonecos.blogspot.com/


segunda-feira, novembro 07, 2011

sexta-feira, setembro 23, 2011

Campanha- Por uma infância sem racismo!


Por uma infância sem racismo

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apresentou ao público presente no evento a campanha nacional sobre o impacto do racismo na infância, lançada em 2010. A iniciativa tem o slogan “Por uma infância sem racismo”. Para o UNICEF, a discriminação racial não apenas persiste no cotidiano das crianças no Brasil, como também se reflete nos números da desigualdade entre negros, indígenas e brancos.

A campanha tem como objetivo mobilizar a sociedade brasileira para a necessidade de assegurar a equidade e a igualdade étnico-racial desde a infância. Para o Unicef, o combate ao racismo implica valorizar as diferenças, promovendo a igualdade de tratamento e oportunidades para cada menina e menino no Brasil, o que ainda representa um grande desafio para o País.

Assim, busca-se contribuir com o debate nacional sobre direitos da infância e adolescência, envolvendo cada segmento da sociedade no esforço do combate ao racismo a partir do reconhecimento de sua existência.



10 maneiras de participar da campanha



1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer.

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.

Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar.  Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.