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sexta-feira, janeiro 21, 2011

Astronomia

Nesse campo do conhecimento é interessante citar as contribuições dos antigos africanos da nação Dogon, situados na região do antigo Mali. Eles já tinham conhecimento da existência do “pequenino satélite da estrela Sirius, o Sirius B, invisível a olho nu. Denominavam-no Potolo, e desenhavam, com exata precisão, a sua órbita em torno de Sírius.

Reproduziam a sua trajetória em desenhos que conferem precisamente com a órbita observada pela astronomia moderna. Ainda mais conhecedores de oitenta e seis elementos fundamentais, os Dogon sabem identificar as propriedades do metal que compõe o satélite, que chamavam sagala, mais brilhante que o ferro e tão pesado que todos os seres terrestres juntos não seriam capazes de levantá-lo.

No período de um ano, Sirius B roda uma vez em torno de seu próprio eixo, evento celebrado pelos Dogon com o festival bado. Esta rotação ainda não é conhecida dos astrônomos modernos, que, no entanto, já confirmaram a órbita de cinquenta anos que os Dogon constataram para outra estrela que órbita Sirius.

Enfim, nas palavras de um cientista ocidental, os Dogon conhecem, sem apoio de qualquer instrumento da ciência moderna, coisas que “não têm o menor direito de saber” (Brecher 1977). Amplamente documentado, porém, pelos antropólogos franceses Marcel Griaule e Germaine Dieterlen e outros, o conhecimento dos Dogon efetivamente ultrapassa em muito aquilo que, de acordo com os cânones da ciência ocidental euro-centrista, essa “ tribo primitiva” poderia saber” (NASCIMENTO, 1994, p.27).

fonte: África - Brasil um elo de herança ancestral

Um comentário:

  1. Eu ja havia escutado boatos dessa tribo mas não sabia nome nem quel era o satelite. Bom mito bom

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