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sexta-feira, março 18, 2011

Etiópia


Etiópia situa-se no chamado "chifre da África", confinando com a Eritréia, Djibuti, Somália, Quênia e Sudão.
O país tem uma extensão de pouco mais de 1 milhão de km2 e população de 70 milhões de habitantes, com renda per capita de US$ 94.
A capital e principal cidade é Adis Abeba, com 2,6 milhões de habitantes.

Nome oficial: República Federal Democrática da Etiópia (Ityjopya).
Nacionalidade: Etíope.
Data nacional: 28 de maio (Dia da Pátria).
Capital: Adis-Abeba.
Cidades principais: Adis-Abeba (2.112.737), Dire Dawa (164.851), Harrar (131.139), Nazret (127.842), Gonder (112.249) (1994).
Idioma: amárico (oficial), inglês, línguas regionais.
Religião: cristianismo 57% (ortodoxos etíopes 52,5%, outros cristãos 4,5%), islamismo 31,4%, religiões tradicionais 11,4%, outras 0,2% (1980).
História

Conta a lenda que o primeiro imperador da Etiópia foi Menelick, filho do rei Salomão e a rainha de Sabá, é por isso que os monarcas etíopes se denominavam "negus" cujo significado é "Rei dos reis".
No século XI a.C. os etíopes ou abisínios conseguem livrar-se do domínio dos faraós egípcios que até então tinham padecido. Também os persas quiseram dominar este povo, e os tolomeos egípcios e os romanos, sem conseguir.
Acredita-se que o império etíope surgiu no século III a.C. com a destruição do porto de Adulis que fez com que as pessoas habitassem e se instalassem em Axum, o qual já no século I de nossa era estava considerado como um dos quatro reinos mais importantes do mundo.
No século IV o rei Ezana converte-se ao cristianismo e com ele seu povo. Os árabes submetem, três séculos depois, à parte oriental do país introduzindo o Islão.
O império abisínio recupera seu poder no século XII com Lalibela e no século XV com Zara Yacob. É neste século, quando os portugueses vão para o país procurando o místico Reino do Preste João. Dessa data até o século XIX as tentativas de conquista por parte de europeus e egípcios fracassam, porém, os italianos conseguem ocupar o território da Eritréia.

Século XX
Em 1923 o imperador Hailé Selassi I consegue que o país faça parte da Sociedade das Nações.
Os italianos conseguem no finalmente, o território etíope com a invasão das tropas fascistas de Mussolini e em 9 de maio de 1936, o rei Vítor Manuel III é proclamado imperador da Etiópia, sendo incorporado o país à África Oriental italiana. Durante a Segunda Guerra Mundial as tropas italianas são vencidas pelos aliados, sendo reposto no trono o rei Hailé Selassie, que em 1955 converte seu regime absolutista em constitucional.
Em 1963 o monarca junto a outros dirigentes africanos fundam a Organização da Unidade Africana, cuja sede fica permanentemente estabelecida na Etiópia.
Em 1974 Hailé Selassie é deposto pelo exército e seu próprio filho, Asfa Wossen, sendo imposto um governo militar provisório que dissolve o Parlamento. Um ano depois a monarquia é abolida e em 1977 Haile Mariam é nomeado Chefe do Estado; dois anos mais tarde o mesmo anuncia a formação de um partido único marxista-leninista.
Em 1985 o país sofre uma grave seca que faz precisa a ajuda humanitária do mundo todo. Em 1986 surge uma nova constitução, enquanto que os movimentos revolucionários vão ganhando posição.
Em 1991 os rebeldes da Forças Populares Democráticas Revolucionárias tomam Gondar e Gojam, em 20 de maio Haile Mariam foge do país refugiando-se em Zimbabue. Em 28 desse mesmo mês o governo entrega a capital, Adis Abeba aos rebeldes, que reunem aos membros dos diferentes partidos políticos democráticos formando um governo provisório até a celebração de eleições livres. Cria-se também um Conselho de Representantes com faculdade para nomear um presidente interino e uma comissão encarregada de redigir a nova constituição. Em julho é eleito, como Presidente do Governo e Chefe do Estado, Zeles Menawi.
Em janeiro de 1993 nomea-se Chefe do Governo a Layne Tamirat e em 3 de maio de 1993 é reconhecida a independência da Eritréa.
Na atualidade o país está dividido politicamente em 4 regiões autonômas e 25 regiões administrativas. Em outubro de 1996 é nomeado presidente Lennart Meri e primeiro ministro Tiit Vahi (cargo que exerce desde o ano 1995).





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